Alfabetização cartográfica nos anos iniciais

AUTORA
Adriane Aparecida Alves, 5º ano

ORIENTAÇÃO
Coordenadora Amanda Weridyana Uller

CORREÇÃO
Igor Antônio Barreto


Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia (BRASIL, 1997) estabelecem que ao final do primeiro ciclo do Ensino Fundamental o aluno deve ser capaz de ler, interpretar e representar o espaço por meio de mapas simples.

Os alunos das series iniciais antes de trabalhar com mapas, necessitam saber distinguir o local em que estão inseridos, localizar os objeto, ter noção de espaço. Para isso, precisam trabalhar com atividades que os proporcionem essa habilidade.

No primeiro ciclo do ensino fundamental, os alunos estão no processo de alfabetização. Então, é de suma importância a introdução da alfabetização cartográfica logo nos primeiros anos de sua vida escolar. Trabalhando a interdisciplinaridade com outras disciplinas, despertando no aluno a construção dos conceitos cartográficos.

Tipos de Visão

Durante nossas aulas de geografia, estudamos os tipos de visões que podemos ter de um mesmo objeto. São elas: visão frontal, visão oblíqua e visão vertical. Para que os alunos entendessem os tipos de visões, foi realizada uma atividade, onde os alunos observaram um objeto escolhido por cada um e descrevessem o que estavam vendo em cada uma das visões. Para melhor compreensão fizeram uma ilustração na apostila de geografia do objeto observado.

Os alunos compreenderam que podemos ter várias visões de um objeto se analisado de ângulos diferentes. Os educandos foram convidados a fazer a representação da planta baixa da sua sala de aula.

Durante essa atividade a professora explorou com os alunos os objetos que compõe à sala de aula. Levando os alunos imaginar à visão da própria sala de aula, se vista na visão vertical.

Nessa atividade os alunos estavam um pouco inseguros para representar os objetos da sala. Foi um momento bem importante da atividade, pois os educandos deveriam observar à sala e fazer um desenho do que estavam observando na visão vertical, ou seja, imaginando como veriam os objetos da sala de aula se observada de cima para baixo.

Maquete da sala de aula do 2° ano

A professora propôs aos alunos a realização da maquete da sala de aula. Como os alunos já haviam realizado a representação da planta baixa da sala, ficou mais fácil a realização da maquete, tendo como base a atividade anterior.

A professora apresentou aos alunos a maquete e tirou as dúvidas dos alunos que ainda não conheciam o que era. Partindo dos conhecimentos prévios dos alunos a professora foi explorando e mostrando os componentes de uma maquete. Explicando aos alunos que a maquete é a forma reduzida de um determinado espaço, um lugar, entre outros.

Para essa atividade se fez de suma importância a participação dos pais. Como estamos em pandemia e o momento pede cautela, não foi possível trazer os materiais para o colégio para a confecção da maquete. Então a professora pediu para que os alunos realizassem a atividade em casa com a família. Salientando a importância de usar materiais recicláveis, objetos de fácil acesso do estudante.

Relato dos alunos sobre a atividade e da professora:

Relato da professora: Essa atividade foi muito interessante, pois explora os conhecimentos e percepção do mundo que nos cerca. Desperta nos alunos a curiosidade e observação do lugar onde estamos. Para representar a planta baixa da sala de aula, alguns alunos tiveram dificuldade em realizar essa atividade, nesse momento pude explorar com eles a importância de olhar as coisas de outra maneira e não apenas o que está a nossa frente, levando-os a observar que podemos ter várias visões dos objetos que nos cercam. Pode se perceber resultados positivos com essa atividade, pois foi uma atividade prazerosa e contribuiu para despertar nos alunos noções e habilidades cartográficas.

Relato do aluno Gabriel B. Teixeira:

“Fiz a maquete com a ajuda do meu pai, usei uma caixa de sapato, papel, cola, tesoura e isopor. Gostei de fazer essa atividade.”







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